Bomba atômica
Dilacera
desacelera meu coração
Se a tinta falha
A voz do canalha
Logo se espalha
Pela a multidão
A morte do homem
Da criança a fome
Incinera meu coração
O sangue nas veias
As ruas cheias
De vozes alheias
Silêncio total.
O vírus que mata
Sumiço da mata
O choro desata
No meu coração.
Francisco Heraldo
17/08/2020

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