E é amor.
Numa constante assimétrica, sem sequência temporal, sem julgamento de prudência; simplesmente é.
Amor.
Sem medo de tudo que essa palavra carrega.
Você esbarrou em mim, tentou passar reto – não deu. Seus olhos já estavam presos ao meu e nossa respiração já alinhada na mesma frequência.
Foi ali...
Ali eu soube que meus planos tinham ido por água baixo;
Ali eu desarmei.
Eu ali, desaguei.
Ali eu te olhei.
Eu ali o cabelo joguei.
Ali eu te beijei.
Foi ali, naquela fração de segundos, que eu entendi que nada podia ter dado certo até aqui;
Era você
Sempre foi você.
Sempre foi você.
E assim seremos nós.
São tantos sonhos, tantas vontades resumidas na simples vontade de estar junto.
E agora somos potência, somos nós contra o mundo e o mundo todo a nosso favor.
Então te faço um convite:
Dança comigo todos os dias das nossas vidas?

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