Tem dias que sento em minha escrivaninha fecho os meus olhos inclino os meus ouvidos para ouvir meus pensamentos amores inocentes amores inconsequentes.
E nos meus devaneios memórias inauditas Inquietação persistente melancolia saudosista.
Lembro de amores correspondidos assaltantes do presente peripécias de amor ou da mente elo do passado.
Coração foi meu algoz ou meu paladino? Entre tantas perdas houve ganhos entrega de uma vida boêmia do âmago reverberam sentimentos sentidos, arrepios na pele.
Sobre a taça de vinho um brinde a despedida da dor que se tornaram futilidades no futuro palavras de amor repetidas sujas pela ignorância alheia.
0 Comentários