Hoje levantei mais cedo. Na verdade não dormir. Desliguei o despertador antes que pudesse me incomodar. Não sei por que raios o sono resolveu me abandonar.
Preparei logo um café e com a caneca fui para a varanda. Observei as pessoas iniciarem seus dias.
Alguns preguiçosos e meio sem pressa, aqueles que preferem pão quentinho da padaria logo cedo, outros que escolheram dormir até os últimos segundos e ainda que atrasados, saem apressados para seu dia.
É mais um dia que começa!
Crianças passam para a escola, uns já carregando, outros sonolentos, é fato.
Todos os que vejo, volta e meia conferem as horas no relógio, que parece ser o mensageiro do tempo, o Senhor que rege a vida de todos.
Em pé, na varanda, enquanto o café esfria, imagino a correria de cada um, as lutas diárias, quem nem se quer nos permite receber os primeiros raios de sol.
Não gozamos da beleza fresca do dia que se inicia, nem vemos os pardais a perambular... Um beija flor veio saborear as flores da minha varanda, mas até ele parecia apressado demais.
Vejo no semblante dos transeuntes, que todos tem suas próprias guerras, assim como eu, e contra elas o tempo é um algoz.
Aos meus pés, Théo, meu fiel amigo que não me abandona, parece ser o único que não se importa com o passar do tempo.
Enquanto todos correm, aceleram, vivem suas vidas, eu volto para o quarto: letárgica, vagarosa... Apática, deixo a caneca de café sobre o rack e na minha caverna me escondo.
Existe, para mim, um dia longo para se viver em antítese aqueles que desejam que tivesse 48 horas.
O que os motiva a viver, dia após dia, essa vida medíocre??
Pergunta que passo o dia ruminando...
Termina o dia e todos seguem o ritmo do tic tac do relógio.
Escureceu, logo o manto de Morfeu sossegará a mente e os corações, mas não o meu.
Eu continuarei buscando em minha mente um motivo coerente para viver essa vida, enquanto ouço a música desse tic tac irritante.
Kerley Nancy
Preparei logo um café e com a caneca fui para a varanda. Observei as pessoas iniciarem seus dias.
Alguns preguiçosos e meio sem pressa, aqueles que preferem pão quentinho da padaria logo cedo, outros que escolheram dormir até os últimos segundos e ainda que atrasados, saem apressados para seu dia.
É mais um dia que começa!
Crianças passam para a escola, uns já carregando, outros sonolentos, é fato.
Todos os que vejo, volta e meia conferem as horas no relógio, que parece ser o mensageiro do tempo, o Senhor que rege a vida de todos.
Em pé, na varanda, enquanto o café esfria, imagino a correria de cada um, as lutas diárias, quem nem se quer nos permite receber os primeiros raios de sol.
Não gozamos da beleza fresca do dia que se inicia, nem vemos os pardais a perambular... Um beija flor veio saborear as flores da minha varanda, mas até ele parecia apressado demais.
Vejo no semblante dos transeuntes, que todos tem suas próprias guerras, assim como eu, e contra elas o tempo é um algoz.
Aos meus pés, Théo, meu fiel amigo que não me abandona, parece ser o único que não se importa com o passar do tempo.
Enquanto todos correm, aceleram, vivem suas vidas, eu volto para o quarto: letárgica, vagarosa... Apática, deixo a caneca de café sobre o rack e na minha caverna me escondo.
Existe, para mim, um dia longo para se viver em antítese aqueles que desejam que tivesse 48 horas.
O que os motiva a viver, dia após dia, essa vida medíocre??
Pergunta que passo o dia ruminando...
Termina o dia e todos seguem o ritmo do tic tac do relógio.
Escureceu, logo o manto de Morfeu sossegará a mente e os corações, mas não o meu.
Eu continuarei buscando em minha mente um motivo coerente para viver essa vida, enquanto ouço a música desse tic tac irritante.
Kerley Nancy

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