Há muito fel no céu de Anil!


E no silêncio da noite.
Na calada da
Madrugada,
Fria & sombria!

Me refaço de toda a
Palavra contrária.
De todos os
Devaneios
Insanos do meu corpo.

E na busca do amor.
Se ariscar, se jogar,
Se entregar
Sem medo, sem
expectativas ao seu favor.

As experiências adquiridas.
Nos sofrimentos
Dessa existência imatura
& Irracional.

Na inconsistência
Das
Palavras aflora as
Atitudes!

O sexo que apodrece
A carne! A alma
Intacta, no mundo
Viril de amores
Roubados pelo acaso.

Versículos encarnam
No embrionário
Monstro. Que se cria
Com o estrupo!

Daí-me jornada
Para aguentar
Todo mundo moderno
& de centelhas!

Absurdos envolvem
Animais
Em forma de gente, que
Mais me oferecem
Canibais!

Pura idolatria Pagã.
Feita de danos
& desenganos,

Do astuto homem isca!

J. Marcio Pereira

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