Visitante de vielas de merda
Vago em noites frias, vagões,Sombrias &
Calmas.
Almas gêmeas de parto!
Acendo uma vela &
Ínicio mais
Um caminho atheu!
A cera da vela escorre!
Tenho medo dos caídos.
Talvez até mesmo por
Não entrar
Em transe.
Conflitos impacientes!
Deixando minha pele arder!
Ao passar pelo vale
Das sombras.
Meu corpo inteiro
Entra em contato, porém,
Uma semente como eu,
Não perderia uma
Chance.
Continuarei pisando,
Sobre a penumbra de
Uma chama,
Rabiscada por vinho
Tinto!
Há vejo cega debilitada &
Sem órfãos.
A deusa da pigmentada
Floresta! De mafiosos
Que me
Herdam,
Interagem com um
Corpo morno sem sangue!
Vilarejos trocam farpas!
Reunião
Dos pagãos da ilha More!
Novo risco, aplicam-me
Um castigo!
Talvez eles creiam em
Minhas doses,
De Lithiun!
E enguiçem trapos
Mestruais para veneno!
Duplique o atendimento!
Hoje teremos banquete
De larvas!
No fim da seiva herbal bruta!
J. Marcio Pereira & Kerley Carvalho.
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