Lua Cheia Sol da meia-noite Desejos encobertos Desvelam a madrugada Eu selvagem Salivando de vontade Entro no desconhecido Minha flor noturna Se abre Néctar adocicado Esparramo na tua pele Desejos aflorados Num silêncio Prateado Cheia de mistério Envolvo teu ventre Queima dentro de mim Gozo explosivo Não contenho Gemidos uvantes Extraídos das minhas entranhas A mais intensa entrega Como quando não espera Ter o controle de nada Fluo em ti Deusa do fogo Salaandras sobem Consomem e esgotam Sua magnitude líquida Se esvai em prazer Libido e fúria A Lua que mira A magia manifestada Está feita Nada mais importa Depois do crescente Lua nova Na minha Vênus
0 Comentários