O dia estava quente, de bermudão, camiseta regata e chinelo fui para o trailer perto da praia vender bijuterias. Vanda, minha patroa, já estava me esperando para abrir e preparar o balcão com as bijuterias. De praxe, ela estava de biquíni, o que é normal para quem mora no litoral. Entramos e quando fui levantar a janela ela me interrompe: "Espera! Quero te mostrar uma coisa...", numa voz melosa. Fiquei apreensivo, e sem delongas mostrou os seios para mim. "O que achou da minha tattoo". Na hora meu sangue começou a ferver e surpreso, disse: "gostei, é uma borboleta né". "Pode passar a mão". Meio nervoso passei minhas mãos e afoito já fui mamando aqueles bicos durinhos. "Calma garoto, alguém pode chegar.""Me desculpe, empolguei demais."
Abri a janela do trailer, arrumei o balcão com as bijuterias, e enquanto não chegava os clientes, fomos tomando o nosso café. Logo o fluxo já estava movimentado, os clientes comprando, outros só olhando, alguns só pechinchando, e nesse vai e vem, nos revezávamos atrás do balcão, para entregar as mercadorias. Em um dado momento, a patroa pega na minha mão e coloca entre suas pernas e começa a esfrega-la no seu sexo por cima da calcinha. Entendi a intenção dela. Ela mordia os lábios e sorria para os clientes. Eu fazia o mesmo, então coloquei a mão dentro da sua calcinha e percebi que estava toda molhada. Discretamente cheguei no seu ouvido: "Está bom assim..." Só balançou a cabeça, enquanto enfiava o dedo na vagina e com o polegar esfregava seu clitóris. Tivemos que nos segurar, antes que uma cliente percebesse a putaria, peguei uma toalha e limpei os dedos, e fui lá fora separar um anel para ela. Voltei a dar atenção para a Vanda, segurando minhas mãos ela pressionava com força contra o seu sexo. A essa altura já estávamos descontrolados. Queria tocar os seus seios, mas o fluxo de pessoas na rua, não nos permitia. Como da cintura pra baixo estávamos seguros, comecei a masturbar-la mais rápido, meus dedos encharcados deslizavam com os sucos da sua vagina. "Olha como você deixou os meus dedos…". Enquanto mostrava a mão completamente coberta pelos seus sucos vaginais… De tanto tesão fiquei de pau duro, já tinha melado a cueca e o bermudão, pedi para ela olhar para baixo e mostrei o meu pau pulsando por dentro da bermuda, ele pulsava como se quisesse desesperadamente respirar, e então ela desceu a sua mão e começou a acariciar meu pênis por cima da bermuda.
Então começamos a nos beijar enquanto ela apalpava o meu membro. E continuamos as nossas vendas como se nada tivesse acontecido.
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