Republica De Estudantes


Eu não estava preparada para ir morar sozinha em São Paulo. Prestes a completar 18 anos, passei no vestibular, mas só consegui na universidade de sampa. Pintou aquele medo, garota do interior do Rio Grande do Sul, mas, apoiada pelos meus pais e incentivada por uma prima, ela sugeriu ir morar em uma republica de estudantes, pois ela já tinha passado por essa experiência.

Depois de várias semanas pesquisando na net, conseguimos acertar com uma casa que ficava uns dois km da faculdade. No dia seguinte estava muito nervosa, era uma situação nova, pegamos o avião e algumas horas depois junto com meus pais chegamos na casa onde passaria meus quatro anos.

A proprietária, D. Catarina, advogada com seus quarenta e poucos anos, muito simpática nos atendeu.
- Você é a Gisele, muito prazer em conhecê-la - me cumprimentou com um beijo no rosto.
A casa realmente era muito grande como ela havia descrito no site. Garagem com dois carros, ela foi nos mostrando cada canto da casa, lavanderia, cozinha, sala com internet e mesa de estudos, e três quartos compartilhados para duas moças. aliás, os quartos já estavam ocupados com cinco garotas, sendo que no meu quarto iria dividir com a Karen, no qual a cumprimentei de longe.
Após isso fui para o meu quarto, estava desfazendo as malas até que Karen entrou no quarto e disse:
- Olá seja bem vinda, espero que possamos ser grandes amigas. - Ficamos nos conhecendo por alguns minutos, ela disse que na sexta haveria uma festa de recepção da faculdade, perguntou se eu gostaria de ir.
Como não conhecia ninguém ali, fiquei com uns certo medo de aceitar, mas por fim aceitei, afinal conhecer pessoas novas sempre é bom. Era final de domingo então fui logo deitar, não consegui dormir muito bem, estava ansiosa com o início do ano letivo.
O dia amanheceu, acordei cedo e fui para a cozinha tomar café, as meninas já estavam lá esperando pela minha chegada. Falaram sobre a universidade e principalmente dos veteranos, disse que alguns eram abusados, para tomar cuidado com eles.
Já estava atrasada para aula, elas entrariam na segunda aula, então fui na frente. Não conhecia bem a universidade, acabei se perdendo no meio de tanta escadaria, até que um rapaz aproximou e disse: - está perdida moça.
Logo falei que sim, perguntei para ele onde ficava a sala de jornalismo, ele respondeu sorrindo: - venha estou indo para lá, aliás prazer, meu nome é Carlos.
Era um rapaz super bonito por sinal, olhos azuis, no caminho ele olhou profundamente nos meus olhos como se fosse falar algo, mas pelo contrário logo se afastou, quando chegamos na porta da sala trocamos um beijo no rosto, sua boca foi em direção a minha, fiquei um pouco sem graça e mudei o foco.
Entramos na sala, o pessoal já estavam lá sentados esperando o professor chegar. Ele sentou ao meu lado, o espaço era super pequeno por sinal. Alguns minutos se passaram, o professor chegou, a aula havia começado. Estava provocando por debaixo da mesa, puxando minha calcinha com as suas mãos, estava de vestido curto .
Aquela sensação de adrenalina e tesão dominou, já estava molhada só de imaginar, tentei disfarçar o meu nervoso e sorri. Sua voz forte era uma delícia, principalmente quando se aproximou do meu ouvido sussurrando.
Na hora do intervalo fui me identificando com a turma, quando de longe vi Carlos no maior amasso com a Karen, aliás não só eu, mas a galera que tava comigo. Depois era só comentários, que a Karen era ninfomaníaca, saia com os meninos, com os professores, e até mulheres se vacilarem, ela também pegava. E as risadas não paravam dando indiretas pra mim.
Só sei que depois daquela cena o meu tesão por Carlos aumentou mais ainda. Ele tentou argumentar com xaveco barato, mas já fui logo dizendo: - Você pensa que tá lidando com uma garotinha ingênua? - ele tentou disfarçar o sorriso meio sem graça.
Fui pra casa desnorteada, xingando a Karen no caminho todo, dizendo que era amiga da onça, e ela tentando justificar, dizendo que eu era caloura, que depois da surpresa que ela preparou para mim , eu ia me adaptar ao ritmo dela.
Ao chegarmos a casa toda estava escura, notamos umas risadas, vozes abafadas. Ela toda esperta me pediu para ficarmos descalças e na ponta dos pés fomos ao banheiro de onde vinha os sons baixinhos, ela abriu a porta bem devagar, e lá no box com o vidro todo esfumaçado estavam as quatros garotas debaixo do chuveiro, se esfregando uma na outra, quando ia falar, Karen pôs sua mão na minha boca e fez o sinal do silêncio.
Nisso, a Karen me pediu pra ficar quieta, foi quando senti suas carícias no meio das minhas coxas e um calor imenso me fez ficar toda úmida. Segurou em minha mão e me conduziu para o quarto que estava escuro.
Tirou minha roupa em uma velocidade, beijando o meu corpo todo, quando dei conta estava só de calcinha em sua frente, ela disse essa última parte tiro com a boca . E com seus dentes puxou com força.
Os movimentos foram aumentando, aquela língua deslizando em minha pele aumentava o desejo, ela dizia aproveita faça tudo que deseja, não pensei muito e apenas celebrei aquele momento. Minhas mãos em seus seios levou ela a loucura, gritava de tanto prazer, fez o mesmo passou a mão entre as minhas pernas explorando o meu prazer.
Após algum tempo, ela abre a janela e vejo Carlos entrando no quarto, fiquei sem reação no momento, ele puxou a karen para os seus braços beijando sem parar, tirou sua roupa e estava olhando em minha direção, provocando nós duas ao mesmo tempo.
Ele disse : -Venha até aqui, no começo não queria mas acabei indo, enquanto karen estava sendo apreciada por ele, disse para fazer o mesmo, não pensei muito e comecei chupar o seu membro sem parar, a loucura havia tomado conta daquele momento.
Gozamos os três no mesmo momento, uma sensação deliciosa, saber que o nosso prazer foi intenso . Por fim ele deu um beijo em minha boca e disse novos encontros irão acontecer, aquele dia realmente ficou marcado.
- E só lembrando, sexta que vem teremos a nossa festa - disse Karen -, e quando dávamos risadas, fomos surpreendidos por D. Catarina:
- Eu não disse que é proibido entrar homens aqui! Agora vocês duas vão ter que fazerem massagens em mim - disse em tom malicioso.
E assim fui iniciada na vida universitária...

Vanessa Branca & Murillo Kollek

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